A doçura nos olhos de Anita

Era uma vez uma jovem menina, com mais ou menos doze anos, tinha uma vida um bocado difícil.
Anita vivia com o seu pai, o único membro da família que mais perto dela estava. Não tinha mais primos, nem tios, nem avós, mesmo que os tivesse estavam muito longe, e também já não tinha a sua mãe ausente, que viajara em busca de um trabalho bem longe. Anita naquele momento só tinha o pai, que certo dia adoeceu e não pode ir trabalhar durante um mês. Anita viu a sua vida e a vida do seu pai a acabar, mas pensou que não poderia deixar tudo em baixo e decidiu ajudar nas despesas, nos remédios ir trabalhando.
O pai de Anita nunca a deixaria ir trabalhar, era um pai honesto, simpático, além de ser um pouco pobre conseguia alegrar e sustentar Anita. Ela sabia que se fosse à procura de um emprego o seu pai iria piorar, então, disse-lhe que iria para a escola, ela aproveitou e foi à procura de um trabalho em que o que lhe iam pagar fosse por conta dela, sim porque ela era muito miúda para trabalhar num emprego que normalmente é dado a adultos.
Sentou-se numas escadas que tinha perto da escola, para que ninguém pudesse vê-la sem ser na escola. Esteve a pensar que dantes quando sua mãe lhe fazia doces de compota e que Anita aprendera com sua mãe a faze-las sozinhas. Foi daí que resolveu vender compotas, para ela a compota tinha uma etiqueta que dizia doçura e não doce de morando, etc.
Sentava-se nas escadas e colocava as doçuras á venda, as pessoas que por lá passavam ficavam admiradas e compravam. Ninguém voltava com a doçura para reclamar.
Quem comprava as doçuras, comprava mais pela doçura nos olhos de Anita.
Assim já se lê melhor.
Gostei do teu texto, embora tenha algumas incorrecções. na próxima aula de apoio posso dar uma ajuda a melhorar.
Assim já se lê melhor.
Gostei do teu texto, embora tenha algumas incorrecções. Na próxima aula de apoio posso dar uma ajuda a melhorar.