Livro "Sexta-Feira ou a vida selvagem"
Ficha de leitura:
Pág. 9 até 23 .........Data: 21/12/2007
Pág. 23 até 50..........Data: 22/12/2007
Pág. 50 até 77...........Data: 22/12/2007
Pág. 77 até 111.........Data: 26/12/2007
Resumo:

Capítulo 1
Ao fim da tarde de 29 de Setembro de 1759, na região do arquipélago Juan Fernandez, Robinson que deixara em York a mulher e dois filhos com o objectivo de explorar a América do Sul a ver se conseguia organizar trocas comerciais proveitosas entre o seu país e Chile. O navio não conseguindo-se equilibrar com a tempestade afundou.
Capítulo 2Robinson acordou e encontrava-se deitado na areia de uma ilha deserta. Ninguém sobreviveu daquele naufrágio, a não ser Robinson e Tenn, seu cão de estimação.
Robinson viu um bode selvagem, que parecia imóvel e ele com medo do ataque do bode, matou-o. Para ele aquela ilha deserta era muito proveitosa, acolhedora.
Capítulo 3No dia seguinte resolveu cortar um pedaço de carne com a faca e pô-lo a assar, numa pequena fogueira. Resolveu manter a fogueira acesa, para chamar a atenção dos tripulantes de algum navio que passa-se por lá. Robinson pensara em salvar as armas, utensílios e provisões que se encontravam no navio. Comia tudo o que lhe aparecera à frente, desde mariscos, raízes de plantas, cocos, bagas, ovos de pássaros e de tartaruga.
Capítulo 4
Chegou a uma altura, que já cansado daquela espera, decidiu começar a construção de um barco, suficiente para lhe permitir navegar até às Costas do Chile. No dia seguinte começou a construir uma embarcação que lhe baptizou com o nome Evasão.Capítulo 5
O que mais fazia falta a Robinson para estes tipos de trabalhos era não conseguir encontrar parafusos, serras, pregos nem bagas. Concluiu então de que não iria ser possível levá-lo para a beira-mar.
Capítulo 6Desencorajado pelo fracasso do Evasão, ele começara a habituar-se a seguir uma manada de pecaris. Passava o tempo todo a escorregar na lama fresca, o que fez com ele começara a ter alucinações. A partir desse momento resolveu não voltar a essa tentação.
Capítulo 7Durante as semanas seguintes dedicou-se somente à exploração da ilha. Robinson na Virgínia encontrou um livro que havia sido de tal modo lavado pela água que o texto desaparecera. Pegou num peixe-ouriço e com o seu veneno de cor avermelhada, serviu-lhe de tinta e então resolveu escrever no seu diário. Robinson dedicou-se não só à cultura de cereais, mas sim prendia animais para lhes tirar leite. Decidiu assim fazer uma casa, para viver nela em vez de viver na gruta.
Capítulo 8Robinson já estava a perder a noção do tempo, dez assim um calendário num tronco de uma árvore. Passados mil dias, ou seja mil marcas no tronco, decidiu dar leis à ilha. Ia no Artigo 5º e viu uma nuvem de fumo branco que se erguia no ar, perguntou a ele próprio se seriam visitantes. Ao ver pelo óculo, viu uns quarenta homens a pé, fazendo um círculo à volta de uma fogueira. Reconheceu que eram índios araucanos da Costa do Chile. Usavam uma rudimentar tanga de couro e todos possuíam uma cabeleira negra muito comprida. Por fim assistiu à punição de um dos índios.
Por fim, tornou móvel a pequena ponte pela qual se atravessava o fosso, manobrando-a dentre da sua fortaleza.Capítulo 9
Devido às chuvas abundantes, Robinson foi fazer muitas reparações na casa, com isso provocou também a abundância de cereais, com isso, portanto provocou o problema da luta contra os ratos.
Capítulo 10
Robinson nunca fora vaidoso e por isso não sentia prazer em se ver ao espelho, mas um dia tirou um espelho que vinha no Virgínia, pode ver o seu rosto novamente, o seu ar sério, não lhe agradou, pois tentava sorrir mas não conseguia. Reparou de repente mo seu cão Tenn, pois esta a sorrir-lhe.
A partir desse momento o cão sorria-lhe, enquanto Robinson, recuperava pouco a pouco a voltar a sorrir.
Capítulo 11
Robinson preocupava-se em cultivar e organizar a ilha. Interrogava-se ele próprio para que servira aquilo tudo, mas logo se lembrou dos perigos da lama.
Capítulo 12
Desde os primeiros dias, servira-se da gruta do centro da ilha para guardar tudo. Nunca tinha explorado o fundo da gruta e um dia resolveu explorá-la. Ficou por lá e acabou por adormecer, quando se apercebeu que tinha de sair dali, pois, já estava com muito frio.
Capítulo 13
Robinson desceu mais vezes à cavidade da gruta pois aí sentia-se diferente, sentia-se bem. Robinson ficou com medo por ter visto um fumo branco no céu. Estava a correr para a sua fortaleza quando o bode quis atacar. Viu três pirogas alinhadas na praia. Robinson viu um índio que corria em direcção a ele porque uns homens o queriam matar por ser diferente.
Disparou e tocou num dos índios que queria matar o pobre índio. O índio chegou perto de Robinson e foi em sinal de submissão.
Capitulo 14Robinson e o índio passaram a noite atrás das ameias da fortaleza com os ouvidos muito atentos aos ruídos da floresta. Tenn ladrava se encontrasse alguém. Robinson pensou que os homens da fogueira tivessem esperado pelo dia para atacar. Não estava ninguém a não ser o círculo negro da fogueira.
Ficou zangado quando viu o índio nu a brincar com Tenn. Mandou-o vestir-se rapidamente.
Quando viu o Evasão destruído, pensou que não havia nada a fazer.
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