Fev 21, 2008

Netescrit@

Mistério no Sítio

    
A história que o Zé Grilo estava a contar foi que em tempos, quando ele era criança, falavam que na loja do  Sr. António, um senhor já idoso e tinha acabado de falecer poucos dias antes. Quem ficara a tomar conta da sua loja tinha sido o Sr. Nunes, um rapaz muito jovem. Certo dia, o Sr.
Nunes tivera de se ausentar, acabando por um dos funcionários ter de fechar a loja. Na hora do fecho, o empregado ouvira umas vozes, não sabia de quem eram, mas reconhecia-as de algum lado.
    Assustado foi embora a toda pressa e não quis contar a ninguém, porque tivera medo de que a “assombração” o voltasse a chamar, ou o assustar daquela forma.
   Nos dias seguintes, já…
Escrito por Ana em 20:08:52 | Link permanente | Comments (2) |

Fev 02, 2008

Produção Escrita

   Acordei alguns dias depois...                                                                                   
    
      
   Estava eu sozinha numa grande casa, onde parecia que estava num conto de fadas, era muito grande, parecia que era um palácio, não havia ninguém ali, só eu.   

   Comecei a achar estranho e decidi ver se encontrava algum sítio para sair dali, havia portas, como o normal, mas não davam para abrir, deveriam estar trancadas, não havia sitio por onde sair. Tentei descobrir alguma passagem secreta, ou isso, já que parecia um palácio secreto. Procurei, procurei, até que me lembrei de um filme que tinha visto há umas semanas, e que uma das passagens mais usadas nos contos de fada era por detras de uma estante de livros. Eu não acreditara lá muito nisso de passagens secretas, mas tinha de tentar e fui a um dos dez ou mais quartos e vi uma grande estante. Não hesitei, empurrei para o lado e senti que alguém me estava a puxar, como se fosse um grande remoinho. Deixei-me ir, um enorme mundo me rodeava, parecia um mundo muito alegre, ao contrário do palácio. Tinha muita gente, e todos felizes, alegres, sempre de boa disposição. Comecei a falar com pessoas, que eram muito simpáticas, tentando descobrir alguma coisa, para sair do maldito palácio.    

   Até que encontrei um rapaz muito simpático, também, mas que era diferente de todos até agora, não sabia o que estava a sentir. Será um sentimento deste mundo? - Pensei eu, mas não.

   Ele chegou a mim e disse se eu era nova na cidade, mas eu não tive alternativa e disse que não, poderia ele descobrir que eu era de outro mundo. Ele se chamara Filipe, e convidou-me para eu…

    - Ana, são horas de levantares, levanta-te e vai tomar o pequeno-almoço.

    Acordei e reparei que tudo aquilo não passara de um belo sonho.

Escrito por Ana em 11:37:20 | Link permanente | Comments (0) |