Abr 27, 2008

Gramática

 ·        Tipos de sujeito

Sujeito simples: é formado por um único elemento nominal.
Ex.:
O João foi ao futebol.
       Ele foi ao futebol.

Sujeito composto: é constituído por dois ou mais elementos nominais.
Ex.: O João e o Pedro foram ao futebol.

Sujeito subtendido (oculto): não aparece expresso na frase, mas pode ser facilmente identificado pelo contexto.
Ex.: Gostaram muito do jogo.

                           

Sujeito inexistente: é usado na 3ª pessoa e não pode ser atribuído a nenhuma pessoa. Coloca-se geralmente o verbo “haver”, fenómenos naturais ou vozes de animais.
Ex.: Houve caranguejo no mercado.
      Houve gente na rua.
      Choveu torrencialmente


Sujeito indeterminado: utiliza-se na 3ª pessoa e não se refere a ninguém em particular.

Ex.: Falam das alterações políticas.
      Ouve-se dizer que os alunos do 8ºB lêem muito.
      Batem à porta.


·        Conjugação prenominal

    Forma-se com a união das formas do pronome pessoal átomo “o, a, os, as” e as suas variantes “lo, la, los, las, no, na, nos, nas” com os verbos transitivos directos.
   Ex.: Nós comprámo-lo quando fomos a Paris.

·  Colocação do pronome

Antes do verbo, em frases negativas, enfáticas com “é que”, nas orações subordinadas adverbiais e substantivas e em frases interrogativas iniciadas por pronomes ou advérbios.
 

                   Exemplos: Chamei o Pedro, mas não o ouvi responder.

                                   A casa é tua porque tu é que a pagaste.

                                   Não entras as caixas porque as escondi.

                                   Quem a pode provar?

Nos tempos compostos, entre o auxiliar e o verbo principal.

                  Exemplo: Os trabalhos de casa, tenho-os feito sempre.



Escrito por Ana em 19:29:50 | Link permanente | Comments (3) |

25 de Abril de 2008



  Viva a Liberdade!





Escrito por Ana em 19:05:11 | Link permanente | Comments (0) |

Abr 17, 2008

Dia Mundial Do Livro


   Um livro é um amigo que nos leva para um mundo e que não queremos o fim.

   Ana nº3
                   
   8ºB
Escrito por Ana em 12:47:08 | Link permanente | Comments (1) |

Abr 11, 2008

Produção Escrita


   _ Ah, não posso mais… – disse Roberto Clark que já não suportara a dor de estar cansado.
   Os dois cavalgantes tinham planeado passear a cavalo, para poderem combater o stress de uma longa semana. De repente Roberto Clark desmontou do cavalo, para descansar um pouco, queria uma pausa depois da longa caminhada. Já estava fatigado e como ele próprio tinha dito, já não podia mais. Atirou-se para o chão e sentiu uma coisa normal quando se esforça, o que é normal na sua idade. O que sentiu foram umas tonturas insuportáveis e a terrível dor no peito.
   Margarida não sabia como lidar com a situação, desceu do cavalo e ajudou-o da melhor maneira que poderia. Ela era uma pessoa muito simpática e o melhor de tudo nela era ser prevenida, e nunca lhe faltara nada em qualquer lugar. Por ser prevenida trazia uma garrafa na sua mala que a tinha colocado para beber ao longo do passeio, já se sabe como são as mulheres têm de se hidratar, e apesar dessa teoria tinha medo de não encontrar algum sítio para se alimentar ou refrescar.
   Roberto Clark sentiu-se bem melhor, já não lhe doía tanto o peito e as tonturas já tinham passado. Ele como sempre, sendo teimoso, quis continuar o passeio, ver coisas interessantes, e tinha muita força de vontade. Não desistiu e monto devagar no cavalo para continuarem o passeio. Margarida tentou o convencer de que ele poderia piorar e que afinal era só um passeio e que esperavam muitos e mais outros dias para continuarem o passeio.
   E assim foi, continuaram com o seu magnífico passeio.
   Pararam para uma pausa onde a Margarida quis interrogar:
   _ Roberto, porque será que o teu cavalo, Mike, está ferido e o meu não? Ainda não percebi, estou confusa e confesso, um bocado preocupada.
   _Também não sei, mas havemos de descobrir só sei que temos de tapar o sangue no ilhal dele.
   Pararam depois de caminharem trinta minutos depois de Roberto não se sentir bem.
   _ Olha diz-me uma coisa, como és prevenida é certo de que trouxeste uma toalha de mesa para o nosso pequeno piquenique, certo? – interrogou, Roberto Clark.
   _ É obvio que trouxe, querias merendar onde? Na erva fresca? – disse Margarida.
   Com a toalha ataram à volta do ilhal do pobre Mike. De seguida continuaram o passeio, já que o cavalo não gemia de dor.
   Ao longo do passeio avistaram um bar, onde pararam para jantar. Deixaram os cavalos num campo com erva fresca e outros tipos de mata para se alimentarem.
   Quando voltaram, passados quinze minutos, os cavalos já não estavam lá. Margarida trazia comida para eles e, nada. Procuraram muito aflitos e passado um tempo encontraram os pobres cavalos atados num grande e grosso tronco, com umas cordas horríveis e muito grossas, eram capazes de lhes ferir.
   Desataram os cavalos e deram-lhes a comida, estavam esfomeados porque na forma que estavam nem um bocadinho de erva podia tocar.
   Margarida não queria entrar na realidade já há muito tempo, mas a verdade era que ele sentia uma coisa um bocado forte pelo Roberto mas queria sempre estar convencida de que não, mas por fim acabou por admitir e por muito que lhe custa-se teria de aceitar a escolha do seu coração. Já o senhor Roberto era a mesma coisa, ainda por mais era muito teimoso, e como sempre foi preciso desabafar com alguém e esse alguém ter de lhe meter na cabeça de que ele estava caidinho por ela.
   Até que Margarida deu um passo em frente e perguntou-lhe se estava interessado em alguém assim muito próxima dele. Ele pensou que ela já se tinha apercebido de que ele gostava dela e então, deixou a teimosia e acabou por a beijar.
   Bom, a teimosia por vezes acaba sempre bem, neste caso o senhor Clark teve de ouvir o seu coração.
   Acabaram de conversar e decidiram regressar, pois já eram horas do regresso.



  
Escrito por Ana em 18:48:05 | Link permanente | Comments (0) |

Abr 05, 2008

Texto Dramático

Glossário de Teatro

Cenário
Lugar onde decorre a acção.
O cenário pode ser construído em tela ou em outros materiais e situa o espectador na época e no lugar em que a história se passa.
Comédia
Peça de teatro de critica social. O seu objectivo é fazer rir o espectador.
Peça
Texto que serve de base à representação.
Teatro
Lugar onde se representam peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de actriz; fingimento.
Acção
Assunto, enredo, intriga, história(s) de uma peça de teatro.
Acto
Cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro.
Actor
Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro.
Cena
Subdivisão de um acto. Em cada cena, sai uma personagem ou entra outra.
Cenógrafo
Responsável pela criação/execução dos cenários.
Didascália
Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a história e ao tempo em que ela decorre.
Guarda-Roupa
Conjunto de trajes que são pertença de uma companhia de teatro para desempenho dos actores em diferentes peças.
Papel
Parte da peça teatral que compete a cada autor desempenhar.
Contra-Regra
Aquele que marca a entrada dos actores em cena.
Deixa
Palavra ou palavras ao fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala.
Aparte
Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens.
Bastidores
Espaços por detrás e ao lado de palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrada e onde se guardam os adereços e outros materiais.
Contracenar
Representar em contracena. Contracena significa estar fora de uma cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, fingem dialogar para atingir determinado objectivo.
Palco
Parte do teatro onde os actores representam.
Ponto
Pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto, em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das suas falas.
Público
Pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro.
Autor/Dramaturgo
Autor de peças.
Caracterizador(a)
Pessoa que caracteriza, que cria no autor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face.
Director(a)
Responsável máximo por uma companhia de teatro.
Encenador (encenação)
Aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papéis, levando à cena um texto original ou adaptação de um original.
Figurinista
Técnico de teatro que se ocupa dos modelos, dos figurinos (vestuários, maquilhagem, penteado e outros complementos).
Fotógrafo (fotografia)
Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeo.
Luminotécnico
O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena.
Produtor (produção)
Cargo que tem com objectivo organizar, coordenar a realização de uma obra artística.
Sonoplasta (sonoplastia)
Pessoa responsável pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro.


  
Escrito por Ana em 11:40:18 | Link permanente | Comments (4) |